Terceira Idade: Solidão e Trabalho Voluntário. Eis uma questão!

Quando somos abandonados pelo mundo, a solidão é superável; quando somos abandonados por nós mesmos, a solidão é quase incurável.ar subtítulo.png

Um levantamento feito com dois mil homens e mulheres acima dos 55 anos traçou um perfil do brasileiro na terceira idade. A pesquisa, divulgada nesta quarta (25), revelou que 37% dos entrevistados não pensam sobre como irão envelhecer e que 54% não se sentem velhos. O maior deles é o de ficarem sozinhos à medida que os anos passam, seguido pelo temor de dependerem das pessoas ou ter alguma doença.

Os números, colhidos pela Sociedade de Geriatria e Gerontologia de São Paulo em parceria com a farmacêutica Bayer, mostram como pensa uma população que em breve será uma das maiores do país. Em 2050, a previsão é a de que 66 milhões de brasileiros estejam acima dos 60 anos –cerca de um terço da população–, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Para os especialistas, esse é um fato antes de tudo a ser comemorado. “O Brasil está alcançando um patamar interessante e envelhecer é uma conquista da sociedade”, comenta Maísa Karalla, presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia de São Paulo. 

A mudança, chamada de transição demográfica é encarada como positiva, mas representa desafios em diversos setores, da saúde à economia. “O principal foco deve ser empoderar estas pessoas, acreditar nelas no mercado do trabalho, como algumas empresas já fazem, e ampliar a promoção de uma vida mais ativa, independente e saudável”, elenca Maísa. 

“Já temos algumas diretrizes bem desenhadas de saúde pública neste sentido, mas elas precisam ser mais encorajadas e colocadas em prática efetivamente”, aponta. Tanto que 85% dos entrevistados acreditam que o Brasil não está preparado para cuidar dessa parcela da população. A preocupação com o apoio do poder público, entretanto, não é a única que passa pela cabeça de quem tem mais idade.

Eles não querem ficar sozinhos 27% dos respondentes imaginam um futuro cercado de uma família grande, curtindo os netos. Além disso, 29% teme a solidão. Não é à toa: evitar o isolamento é um dos fatores considerados cruciais para viver bem a terceira idade. Para se ter ideia, um estudo da Universidade de Harvard que acompanha as mesmas pessoas há 80 anos, apontou no ano passado que os relacionamentos são a chave para uma vida não só longa, mas saudável e e feliz. “É sabido que pessoas com vínculos envelhecem melhor e que a depressão, por outro lado, piora este processo”, aponta Maísa.

A solidão, maior temor dos brasileiros na terceira idade, tem grandes riscos para a saúde, como doenças cardíacas, artrite, diabetes tipo 2, depressão e até Alzheimer. Com a idade, perder entes queridos, como o cônjuge, se torna cada vez mais comum, facilitando a tendência de isolamento. Um novo estudo, no entanto, encontrou uma maneira de reduzir a solidão em viúvos: ajudar os outros.

De acordo com a pesquisa, publicada no periódico “The Journals of Gerontology, Series B: Psychological Sciences and Social Sciences”, 100 horas por ano, ou cerca de duas horas por semana, de trabalho voluntário reduz a solidão em viúvos a ponto de a pessoa voltar a ser o que era antes de perder o cônjuge.

Os pesquisadores analisaram dados de 5.882 adultos casados, com idades acima de 51 anos. Os voluntários foram observados entre 2006 e 2014. Durante esse período, os cientistas determinaram a relação entre solidão e ficar viúvo e se a solidão de perder um cônjuge foi reduzida pelo voluntariado. Os participantes podiam escolher entre três categorias: uma a 99 horas por ano, 100 a 199 horas por ano e 200 ou mais horas por ano.

O estudo descobriu que a solidão era significativamente maior naqueles que ficam viúvos em comparação àqueles que permanecem casados. No entanto, começar a voluntariar duas ou mais horas por semana resultou na diminuição da solidão, deixando os viúvos com níveis de isolamento semelhantes aos de indivíduos que continuaram casados.

“O voluntariado só importa para a solidão das pessoas quando elas experimentam a perda da integração social que resulta da viuvez, diz Ben Lennox Kail, co-autor do estudo e professor assistente de sociologia na Universidade Estadual da Geórgia, nos Estados Unidos. “Quando você experimenta a solidão que é por causa de algum tipo de perda, mesmo se você estiver bem integrado, essa perda é significativa para você. Neste caso, o que você precisa fazer é começar algo novo. A nova integração social pode compensar a perda.”

viuva-1523975067864_v2_750x421
“A solidão é maior entre pessoas que perdem o cônjuge”.

“Quando somos abandonados pelo mundo, a solidão é superável; quando somos abandonados por nós mesmos, a solidão é quase incurável”.  Augusto Cury

Fonte:

https://vivabem.uol.com.br/noticias/redacao/2017/10/26/pesquisa-revela-como-brasileiro-encara-envelhecimento-solidao-e-maior-medo.htm

https://vivabem.uol.com.br/noticias/redacao/2018/04/17/fazer-trabalho-voluntario-2-horas-por-semana-reduz-a-solidao-em-viuvos.htm

Anúncios

Se liga aí: Felicidade é matéria em Harvard!

felicidade.png

Você sabia que, em Harvard, uma das mais prestigiadas universidades do mundo, o curso mais popular e bem sucedido ensina você a aprender a ser mais feliz?

Este professor é conhecido por dar aulas mais concorridas da Universidade Harvard, o israelense Tal Ben-Shahar conta como ajuda os alunos a ser mais realizados.

A aula de Psicologia Positiva ministrada por Shahar atrai 1400 alunos por semestre e 20% dos graduados de Harvard aceitam esse curso eletivo. De acordo com Shahar, a classe, que se concentra na felicidade, na autoestima e na motivação, dá aos alunos as ferramentas para ter sucesso e enfrentar a vida com mais alegria.

DON’T WORRY, BE HAPPY!!

Este professor de 35 anos, considerado por alguns como “o guru da felicidade”, destaca em sua aula 14 dicas principais para melhorar a qualidade do nosso status pessoal e contribuir para uma vida positiva:
DICA 1: Agradeça sempre a Deus por tudo o que você é e tem.
DICA 2: Pratique regularmente uma atividade física.
DICA 3: Tome sempre um bom café da manhã.
DICA 4: Seja assertivo.
DICA 5: Gaste seu dinheiro em viagens, cursos e aprendizado.
DICA 6: Enfrente seus desafios, não fuja deles.
DICA 7: Coloque em todos os lugares boas memórias, frases e fotos de seus entes queridos.
DICA 8: Sempre cumprimente e seja bom com as outras pessoas.
DICA 9: Use sempre sapatos confortáveis.
DICA 10: Cuide da sua postura.
DICA 11: Ouça boa música e leia bons livros.
DICA 12: O que você come tem um impacto direto na sua saúde e no seu humor.
DICA 13: Cuide-se e sinta-se atraente.
DICA 14: Finalmente, acredite em Deus, pois, com suas bênçãos, nada é impossível.
A felicidade é como um controle remoto, perdemos sempre, ficamos loucos procurando por ele e muitas vezes, sem saber, estamos sentados em cima dele.

a8321a672f606c8c12251ccd8c547755
O professor de Harvard que ensina a ser feliz

Pensando o futuro do terceiro setor!

home-future-cer

Não se sabe ao certo a quantidade de organizações do Terceiro Setor no país, quem dirá quantas delas estão conectadas na rede mundial de computadores. Sei, mais de maneira empírica do que por argumentos factuais, que muitas delas ainda se envolvem com seus stakeholders (público estratégico) de 2 únicas maneiras: através de doação de dinheiro ou doação de tempo, e, com isso, acabam perdendo um potencial enorme que está ali nas redes, esperando ser ativado.

Há diversas formas para as organizações do Terceiro Setor transformarem-se em organizações conectadas: ter o seu próprio site, escrever conteúdo de formação em sites parceiros (como o portal Nossa Causa), organizar um evento online, ativar suas redes sociais, fazer campanhas de crowdfunding (doações através de financiamento coletivo), e muitas outras.

Os novos tempos – ou, sendo mais correto, os tempo atuais – permitem que, através da internet, as pessoas se envolvam com as causas sociais de múltiplas maneiras. Desde o incentivador da organização, que apenas interage com posts (publicações) nas redes sociais, até os que se sensibilizam e tornam-se doadores colaborando com pequenas quantias mensais em plataformas de crowdfunding, várias são as categorias de apoiadores que a vida online permite criar.

Para que o Terceiro Setor faça parte da famigerada World Wide Web, independente do canal utilizado, é preciso estar aberto a uma nova maneira de se comunicar. O processo de comunicação online é pouco ou quase nada diferente do offline: é preciso planejar, executar e analisar. Algumas dicas de etiqueta social vão te ajudar a se aproveitar melhor do que a internet pode oferecer em relação à comunicação tradicional. Mas antes de tudo, e para qualquer processo de comunicação, é preciso olhar para dentro da organização e se perguntar: nós estamos preparados?

Quando eu digo para as organizações olharem para dentro me refiro a se desafiarem a compreenderem como elas se enxergam e como elas estão de acordo com essa imagem.

Pense na sua organização como uma pessoa. A sua organização é quem gostaria de ser? As pessoas a enxergam como realmente deveriam? Ela tem propriedade do que diz e para quem? Você é capaz de me convencer a doar para sua organização em apenas 1 minuto de fala? Tem quem faça isso. E isso é dominar a retórica. A arte de argumentar, de utilizar bem as palavras, de ser assertivo. Trago então uma das questões mais importantes para uma boa e inesquecível presença digital: comunicação assertiva.

Uma das questões mais importantes para uma boa e inesquecível presença digital: comunicação assertiva.

A assertividade na comunicação vai economizar o seu tempo e dinheiro. Quando você sabe o que comunica, para quem e como fazer, o resultado de suas ações tem muito mais impacto no seu trabalho. Se você decidir se transformar em uma organização conectada, trabalhe para gerar resultados diretos pela sua causa, e não apenas para ter algumas centenas de curtidores no Facebook. Ter pessoas engajadas com seu projeto é mais importante que ter seguidores.

Para gerar resultados factíveis para sua causa é preciso entender, primeiramente, que ser uma organização conectada não é apenas estar presente na maior rede social existente. As redes sociais são apenas parte de uma estratégia digital de um plano de comunicação e marketing da organização. Elas funcionam como suporte para outros canais de comunicação. Estar conectada significa que você abre canais extras de contato, em que você deixa de ser interlocutor e torna-se ouvinte. São os usuários que têm o poder de fala na rede e não as organizações, marcas ou empresas.

Conectar-se é estar vulnerável. Você abre espaço para críticas positivas e negativas e tem a oportunidade de defender sua causa e receber feedback (avaliação) de suas ações.

Fonte: http://nossacausa.com/o-futuro-do-terceiro-setor-esta-na-rede/

02 de Abril – Dia Mundial de Conscientização do Autismo

Autismo-DAY-EMKT-PNG

A ONU (Organização das Nações Unidas) decretou todo 2 de abril como sendo o Dia Mundial de Conscientização do Autismo (World Autism Awareness Day), desde 2008. Este dia é para pedir mais atenção ao transtorno do espectro autista (nome oficial do autismo), que é mais comum em crianças que AIDS, câncer e diabetes juntos.

O autismo é uma síndrome complexa e muito mais comum do que se pensa. Atualmente, o número mais aceito no mundo é a estatística do CDC (Center of Deseases Control and Prevention), órgão do governo dos Estados Unidos: uma criança com autismo para cada 110. Estima-se que esse número possa chegar a 2 milhões de autistas no país, segundo o psiquiatra Marcos Tomanik Mercadante citou em audiência pública no Senado Federal no fim de 2010. Mercadante é um dos autores da primeira (e por enquanto única) estatística brasileira, num programa piloto por amostragem na cidade de Atibaia (SP), que registrou naquela amostragem incidência de uma para cada 333 crianças — publicada no final de fevereiro último.

No mundo, segundo a ONU, acredita-se ter mais de 70 milhões de pessoas com autismo, afetando a maneira como esses indivíduos se comunicam e interagem. A incidência em meninos é maior, tendo uma relação de quatro meninos para uma menina com autismo.

No ano passado, um discurso do presidente dos Estados Unidos, no dia 2, lembrou a importância da data: “Temos feito grandes progressos, mas os desafios e as barreiras ainda permanecem para os indivíduos do espectro do autismo e seus entes queridos. É por isso que minha administração tem aplicado os investimentos na pesquisa do autismo, detecção e tratamentos inovadores – desde a intervenção precoce para crianças e os serviços de apoio à família para melhorar o suporte para os adultos autistas”. Barack Obama ainda concluiu: “Com cada nova política para romper essas barreiras, e com cada atitude para novas reformas, nos aproximamos de um mundo livre de discriminação, onde todos possam alcançar seu potencial máximo”.

No Brasil, é preciso alertar, sobretudo, as autoridades e governantes para a criação de políticas de saúde pública para o tratamento e diagnóstico do autismo, além de apoiar e subsidiar pesquisas na área. Somente o diagnóstico precoce, e conseqüentemente iniciar uma intervenção precoce, pode oferecer mais qualidade de vida às pessoas com autismo, para a seguir iniciarmos estatísticas na área e termos idéia da dimensão dessa realidade no Brasil.

Assista os vídeos abaixo para saber mais sobre o autismo:

 

Fonte: http://corautista.org/brasil-destaque-no-mundiial-do-autimos.html

21 de Março – Dia Internacional da Síndrome de Down e Contra a Discriminação Racial

down1

Para muita gente, viver com limitações e ser taxada como incapaz de aprender, morar sozinho, namorar e trabalhar é o que marca a vida de pessoas com Síndrome de Down. Mas nada disso reflete a realidade quando oportunidades são dadas, afinal, não se trata de uma doença, e sim, de uma condição genética (a trissomia do cromossomo 21).

Está ficando cada vez mais no passado o estereótipo da criança que brinca isolada em salas de aula especiais ou e do adulto que fica fechado em casa, vendo a vida passar e sem muita consciência do que acontece a sua volta. Eles têm Down e fazem muitas coisas: trabalham, viajam, vão para a balada, estudam e têm sonhos. No Brasil, são mais de 270 mil , de acordo com o Censo 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).


racial1

Nesta data, aproximadamente vinte mil pessoas protestavam contra a “lei do passe”, em Joanesburgo, na África do Sul. Esta lei obrigava os negros a andarem com identificações que limitavam os locais por onde poderiam circular dentro da cidade.
Tropas militares do Apartheid atacaram os manifestantes e mataram 69 pessoas, além de ferir uma centena de outras.

Em homenagem à luta e à memória desses manifestantes, o Dia Internacional contra a Discriminação Racial é comemorado em 21 de março.

Caminhos para combater o racismo no Brasil

O racismo no Brasil é algo pertinente desde o período colonial, no qual os portugueses achavam que a cor da pele determinava características como: força e capacidade intelectual. Com a abolição da escravidão e a criação de leis que visam erradicar o racismo, essa prática criminosa diminuiu muito; no entanto, ainda encontra-se presente na sociedade atual. Por conseguinte, as pessoas negras sofrem diariamente com piadas na internet, recebem salários inferiores aos brancos e são excluídas de vários grupos sociais. Logo, percebe-se que há uma necessidade de o Governo, juntamente com a população, realizar medidas preventivas para mudar esse cenário.

Periodicamente a mídia relata casos de pessoas negras que foram atingidas pelo racismo, como o caso do jogador de futebol Daniel Alves. Diante disso, percebe-se que grande parte da população ainda pensa que o fato de possuir uma maior quantidade de melanina na pele determina uma inferioridade, mesmo sendo provado por cientistas que a cor da pele não atribui ao indivíduo uma menor capacidade racional e física. Outrossim, alguns grupos, como os “skinheads”, acham que deve existir uma supremacia branca, e eles usam como justificativa a questão da escravidão no país. Assim, observa-se que essa prática ilegal deve ser erradicada, uma vez que ela gera muitas consequências ruins.

Com a evolução tecnológica e a propagação das redes sociais, o número de piadas racistas aumentou drasticamente, fazendo com que o negro sofra cada vez mais com esses atos. Ademais, dentro das empresas há um grande preconceito com a população afrodescendente, que geralmente ocupa cargos inferiores e recebem menos que os brancos realizando o mesmo tipo de trabalho. Também é importante ressaltar que o racismo começa dentro das escolas, nas quais existem grupos de amigos que excluem uma determinada pessoa simplesmente por ela ser negra. Dessa maneira, fica claro que, se não houver uma melhora significativa, os índices de racismos aumentarão.

Em suma, é evidente que o preconceito com o negro está presente na sociedade brasileira, e isso não pode ser encarado como normal e deve ser erradicado. Para que isso ocorra, é necessário que o Governo Federal fiscalize de forma efetiva os casos de racismos, punindo os infratores e garantindo a segurança das pessoas. Além disso, é preciso que o Ministério da Educação (MEC) melhore o ensino acerca da população africana, para que as pessoas aprendam desde pequenos que não há diferença entre um indivíduo da cor branca e negra. Também é imprescindível a participação da sociedade, que, por meio de mobilizações e manifestações, deve se conscientizar e mudar esse cenário. Immanuel Kant disse que o ser humano não é nada além daquilo que a educação faz dele, e são com esses passos primordiais que o Brasil caminhará a uma nação que respeita todas as pessoas.

Fontes:

https://goo.gl/2wMKbM

https://goo.gl/6j1pjP

 

 

CUIDADO – Depressão e Ansiedade estão aumentando muito no mundo!

depression.png

A depressão é uma doença que atinge mais pessoas ao redor do mundo a cada ano. A doença afeta 4,4% da população mundial e 5,8% dos brasileiros, segundo dados da OMS. Brasil é o país com maior prevalência de ansiedade no mundo: 9,3%.

A depressão afeta 322 milhões de pessoas no mundo, segundo dados divulgados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) nesta quinta-feira (23) referentes a 2015. Em 10 anos, de 2005 a 2015, esse número cresceu 18,4%. A prevalência do transtorno na população mundial é de 4,4%.

Já no Brasil, 5,8% da população sofre com esse problema, que afeta um total de 11,5 milhões de brasileiros. Segundo os dados da OMS, o Brasil é o país com maior prevalência de depressão da América Latina e o segundo com maior prevalência nas Américas, ficando atrás somente dos Estados Unidos, que têm 5,9% de depressivos.

O país com menor prevalência de depressão nas Américas é a Guatemala, onde 3,7% da população tem o transtorno. Já o país com menor prevalência de depressão no mundo, segundo o relatório, são as Ilhas Salomão, na Oceania, onde a depressão atinge 2,9% da população.

Além dos Estados Unidos, os países que têm prevalência de depressão maior do que o Brasil são Austrália (5,9%), Estônia (5,9%) e Ucrânia (6,3%).

Imagem relacionada

Ler mais aqui: https://tab.uol.com.br/depressao/#tematico-1


ANSIEDADE

Brasil é recordista em ansiedade

Resultado de imagem para depressão E ansiedade

Ainda segundo a OMS, o número de pessoas com transtornos de ansiedade era de 264 milhões em 2015, com um aumento de 14,9% em relação a 2005. A prevalência na população é de 3,6%. É importante observar que muitas pessoas têm tanto depressão quanto transtornos de ansiedade.

O Brasil é recordista mundial em prevalência de transtornos de ansiedade: 9,3% da população sofre com o problema. Ao todo, são 18,6 milhões de pessoas.

Segundo a OMS, o número de pessoas com transtornos mentais comuns, como a depressão e o transtorno de ansiedade, está crescendo especialmente em países de baixa renda, pois a população está crescendo e mais pessoa chegam às idades em que depressão e ansiedade são mais frequentes.

O Brasil é o país com a maior taxa de pessoas com transtornos de ansiedade no mundo e o quinto em casos de depressão. Segundo estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgadas nesta quinta-feira, 23, 9,3% dos brasileiros têm algum transtorno de ansiedade e a depressão afeta 5,8% da população. Pesam nesse cenário, dizem especialistas, fatores socioeconômicos, como pobreza e desemprego, e ambientais, como o estilo de vida em grandes cidades. 

O transtorno de ansiedade é marcado por sintomas como a dificuldade de concentração, problemas no sono e preocupação excessiva. Segundo André Brunoni, psiquiatra do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), esses sintomas podem levar ao quadro depressivo, caracterizado pelos sintomas do transtorno acrescido de alterações no humor, como apatia, solidão, tristeza, além do isolamento social e dores sem justificativa física. 

O número de diagnósticos em mulheres, diz ele, é maior por uma conjunção de fatores biológicos e culturais. Segundo Brunoni, a gravidez, a menopausa e o próprio ciclo menstrual provocam alterações hormonais que podem levar a manifestação dos sintomas desses transtornos. Elas também têm mais problemas na tireoide – responsável pela produção de hormônios. Já os homens têm uma resistência maior em procurar atendimento médico e também de expressar os sintomas, por isso, há um menor número de diagnósticos. 

Ao Estado, o especialista da OMS para saúde mental, Dan Chisholm, indicou que é difícil indicar um fator isolado para explicar a alta taxa de transtornos de ansiedade no Brasil e mesmo de casos de depressão. “Ao contrário de outras doenças, existem muitos fatores que atuam de forma conjunta para criar esse cenário”, explicou. 

Em sua avaliação, os principais fatores de risco que podem pesar no caso brasileiro incluem a situação econômica do país, os níveis de pobreza, desigualdade, desemprego e recessão. Além disso, existem fatores ambientais, como o estilo de vida em grandes cidades. 

Imagem relacionada


DESAFIO:

Os dados da OMS mostram que o problema é global. São 322 milhões de pessoas com depressão em todo o mundo – 4,4% da população e 18% a mais do que há dez anos. De acordo com a entidade, no Brasil, em 2015, eram 11,5 milhões com a doença e 18,6 milhões com transtorno de ansiedade. 

A OMS escolheu a depressão como o tema a ser alvo de campanha internacional. Para a entidade, governos ainda não dão uma atenção suficiente a esse problema de saúde. Na frente do Brasil na lista de países com mais vítimas da depressão estão a Ucrânia (6,3%), seguida da Estônia, dos Estados Unidos e da Austrália (os três com 5,9%). 

No panorama mundial, as mulheres são as principais afetadas: 5,1% são depressivas. Entre os homens, a taxa é de 3,6%. 

Segundo a OMS, a depressão é a doença que mais contribui com a incapacidade no mundo. Ela é também a principal causa de mortes por suicídio, com cerca de 800 mil casos por ano. 

Além da depressão, a entidade indica que, ao redor do mundo, 264 milhões de pessoas sofrem com transtornos de ansiedade, uma média de 3,6%. O número representa uma alta de 15% em comparação a 2005. 

No total, a OMS ainda estima que, a cada ano, as consequências dos transtornos mentais geram uma perda econômica de US$ 1 trilhão para o mundo. 

Resultado de imagem para depressão

 

FONTE:
https://goo.gl/ComgvP
https://goo.gl/AMKpsG

 

A mudança que queremos pode estar na mudança que ainda não tomamos!

changebanner.png

É muito ruim nos sentirmos infelizes, incompletos, vivendo como se faltasse algo, como se não tivéssemos conseguido alcançar nada do que sabemos ser capazes. Essa sensação de descompasso entre o que queremos e o que realmente temos acaba nos impedindo de poder ser feliz aqui e agora. Jamais estaremos completos e teremos tudo o que queríamos, mas isso não pode ser tido como obstáculo para mantermos os sonhos acesos.

Muitos de nós parecemos viver um eterno descontentamento em relação a nossas próprias vidas e a tudo o que faz parte dela, bem como em relação ao que está ao nosso redor. É como se estivéssemos enjoados da rotina, das pessoas, do trabalho, da mesma cor de cabelo, das mesmas comidas, enfim, entediados, sem nada que nos encante. Acordamos no mesmo horário, prontos para a velha rotina de sempre. E isso cansa.

A rotina é importante, pois nos força a manter certa disciplina em nossas vidas, motivando-nos a não ficar parados, preenchendo espaços de nossos dias, de forma a não nos tornarmos ociosos. No entanto, há que se balancear essa rotina com alguns momentos inusitados, diferentes, surpreendentes, ou nos robotizamos além da conta, perdendo, a pouco e pouco, nossa essência humana e afetiva.

Fato é que perdemos tempo tentando mudar as pessoas, o mundo, em vão, e então percebemos que a mudança que tanto queremos está dentro de nós. Assim, quando mudamos a nós mesmos, tudo se torna melhor, pois o que tanto nos incomoda pode ser algo em nós mesmos. Sermos a mudança que queremos lá fora pode bem ser o começo de tudo.

Da mesma forma, quantos de nós ansiamos por que as coisas mudem, mas não tomamos a atitude necessária para que isso aconteça? Queremos um emprego melhor, mas não enviamos currículos. Desejamos um relacionamento mais saudável, mas aceitamos as migalhas diárias do parceiro. Lamentamos a viagem não feita, mas não ousamos sair do lugar. Queremos o novo, mas temos medo de nos desgarrarmos do que é velho e cheira a mofo.

Nada vem fácil, nada. Tudo o que quisermos alcançar requer disposição, luta e coragem. Caso não estejamos dispostos a ultrapassar a linha de nossa zona de conforto, tudo permanecerá na mesma. E, então, só teremos mesmo que nos lamentar sem sair do lugar.

mudar o mundo 640x640.png

Fonte:

http://www.blogitk.com.br/1141-2/

http://socialgoodbrasil.org.br/lab/6-passos-para-uma-teoria-de-mudanca-e-mais-impacto-social-em-seu-projeto/

https://projetodraft.com/verbete-draft-o-que-e-teoria-da-mudanca/

https://inkinspira.com.br/teoria-de-mudanca-e-impacto-social/

https://inkinspira.com.br/teoria-de-mudanca-e-impacto-social/

Pensando em projetos e executando mais…

PENSANDO EM PROJETOS...

O gerenciamento de projetos se configura como uma competência chave das organizações. E tal competência se torna cada vez mais necessária, também, nas ONGs e organizações sociais.

As organizações do terceiro setor têm características diferentes, mas vivem desafios semelhantes aos das organizações comerciais; além de lidarem com a responsabilidade adicional de resolver os problemas da sociedade!

As organizações sociais, tais como ONGs, fundações, institutos e negócios sociais, dos mais diversos portes e objetivos, administram recursos públicos e privados para implementar e gerir projetos e programas sociais de interesse público, em áreas tais como saúde, saneamento básico, educação, esportes e cultura. Visando melhorias dos problemas da sociedade e promovendo mudanças estruturais.


“Você só vai se sentir realizado fazendo um projeto social se você não começar pensando que ta fazendo um favor e sim que está tendo um privilégio. Porque o mais nobre projeto que uma pessoa pode executar é ajudar o próximo”. Gisely Melo

GERENCIANDO PROJETOS SOCIAIS

O terceiro setor vive um processo de transformação, abandonando gradualmente o foco apenas assistencialista.

Porém, ainda a maioria das organizações sociais atende e ajuda pessoas, grupos e comunidades, sem definir o resultado esperado da ação, sua abrangência e sua continuidade.

Certamente, essas ações são pontuadas por pontos positivos, como criatividade, capacidade de trabalhar no improviso e compromisso com as causas sociais. Entretanto, muitas dificuldades são vivenciadas, resultado da falta ou ineficácia do planejamento e da falta de gestores qualificados e preparados.

Estas dificuldades e ineficiências levam à desperdícios de recursos e ações ineficazes, caracterizando o gerenciamento de projetos sociais como amadores. O novo contexto, portanto, impõe mudanças também no gerenciamento de projetos sociais.

Os projetos devem ser concebidos frente as necessidades das comunidades, onde a complexidade é fruto de um crescente agravamento dos problemas sociais, devido a diversidade cultural, a crescente desigualdade econômica e de oportunidades.
Um projeto, independentemente se é comercial ou social, se caracteriza por um esforço temporário controlado por pessoas e com recursos limitados que entrega produtos e/ou serviços exclusivos.
Todo projeto desenvolve-se através de um ciclo, definido pela concepção inicial, seguido pelo planejamento, execução, monitoramento e controle, culminando no encerramento.

O sucesso do projeto social começa a ser delineado na sua concepção. Parte do histórico da organização, definindo com clareza qual problema quer enfrentar, que necessidades serão atingidas, que mudanças precisam ser implantadas e quais relações estão envolvidas. A partir deste diagnóstico, o sentido do projeto fica explicitado e um cenário é determinado. Assim, é feita a elaboração da justificativa que embasará a importância e a necessidade da implementação do projeto social idealizado. Deve ser confeccionado um roteiro bem redigido, inteligente e preciso onde serão apresentados os objetivos gerais e específicos, as ações, as metas, os prazos, as verbas e os equipamentos necessários para atingir os resultados almejados. Resultados que devem ser explicitados qualitativa e quantitativamente. Momento de apresentar e defender o projeto social aos potenciais apoiadores e financiadores, objetivando captar os recursos necessário para sua implementação e execução. As parcerias que são estabelecidas, a partir de interesses comuns e fins específicos, viabilizam a obtenção dos recursos tanto financeiros, quanto humanos e logísticos necessários para gerir os projetos sociais.


O PAPEL DE UM GERENTE DO PROJETO

O papel do gestor é de suma importância. É ele que acompanha o projeto desde a concepção até a entrega final. Deve ter uma visão prospectiva das necessidades a serem atendidas. Entender a complexidade e singularidade dos projetos a serem implantados. Conduzir a captação dos recursos necessários e articular os relacionamentos. Ter capacitação para aplicar as ferramentas adequadas ao gerenciamento de projetos sociais, com eficiência, eficácia e efetividade. Conferindo legitimidade e visibilidade a partir da divulgação das ações e dos resultados do trabalho. Garantindo total transparência das ações e do emprego dos recursos. Criar meios de sustentação das ações, conferindo abrangência e continuidade. Concretizando os objetivos traçados, saindo da informalidade e intervindo na realidade de forma efetiva, transformando-a. Inspirando outras iniciativas que possam disseminar os efeitos dos projetos.

LEIA MAIS AQUI (SOBRE O PAPEL DE UM GERENTE DE PROJETOS):

https://inkinspira.com.br/qual-o-trabalho-de-um-gerente-de-projetos-sociais/

Fonte:

https://inkinspira.com.br/gerenciamento-projetos-sociais/

Seu cérebro está fritando? Cuidado com o Burnout!

burnout.png

A síndrome de burnout é caracterizada por um estado de exaustão física, emocional ou mental que surge devido ao acúmulo de estresse no trabalho, sendo, por isso, muito comum em profissionais que têm que lidar com pressão e responsabilidade constante, como os professores ou enfermeiros, por exemplo.

É como se o corpo e a mente colocassem um ponto final: “Agora chega!” Um cansaço devastador revela falta absoluta de energia. Todas as reservas estão esgotadas. No trabalho, a pessoa, antes competente e atenciosa, liga o “piloto automático”. No lugar da motivação, surgem irritação, falta de concentração, desânimo, sensação de fracasso. Esses são indícios de uma doença cruel e de difícil diagnóstico que avança nos hospitais, nas empresas, escolas… A síndrome de burnout, ou esgotamento profissional, decorre de stress prolongado no trabalho. O termo em inglês significa estar chamuscado, queimado, calcinado por um fogo que se alastra como numa floresta.

Com poucos estudos relacionados ao tema no Brasil, ainda existem pessoas que desconhecem a síndrome ou a confundem com depressão. Segundo números da International Stress Management Association (Isma) no Brasil, 72% dos brasileiros sofrem alguma sequela devido ao nível de estresse, sendo que 32% estão em nível de burnout.

“O estresse ataca o indivíduo, o burnout vai além, pode prejudicar as organizações”, afirma Ricardo Monezi, especialista em medicina comportamental da Unifesp. “Numa instituição que tem muita gente com burnout, a produção diminui e os funcionários podem realizar a mesma atividade duas, três vezes no dia. No burnout é algo compartilhado, atinge uma grande massa do trabalho”, diz.

Sintomas do burnout

Além do estresse coletivo, a síndrome atinge vários aspectos cognitivos como a memória, podendo provocar falta de concentração, causando até mesmo acidentes no trabalho. Já no âmbito social, a pessoa começa a se isolar, o sentimento de injustiça aflora e o indivíduo acha ninguém pode ajudá-lo.

Para o médico Ricardo Monezi, em casos mais graves, se não tratado, pode-se chegar ao suicídio. “A pessoa pode ter novas doenças, e doenças que já existiam ela não enxerga ou só vê a morte como a única via. Na crise de 2008, em Wall Street, foram registrados muitos casos de burnout, mais de 20 suicídios em uma semana”.

Alguns dos sinais e sintomas que ajudam a identificar se se está sofrendo com este problema incluem:

  1. Sensação constante de negatividade, como se nada fosse dar certo;
  2. Cansaço físico e mental constante e excessivo;
  3. Falta de vontade para fazer atividades sociais ou estar com outras pessoas;
  4. Dificuldade para se concentrar no trabalho ou tarefas diárias;
  5. Falta de energia para manter hábitos saudáveis, como ir na academia ou ter um sono regular;
  6. Sentimento de que não se está fazendo o suficiente dentro e fora do trabalho;
  7. Dificuldade para gostar das mesmas coisas que se gostava anteriormente;
  8. Colocar as necessidades dos outros à frente das próprias;
  9. Alterações repentinas de humor, com muitos períodos de irritação;
  10. Isolamento de pessoas significativas, como amigos e familiares.

Outros sinais frequentes da síndrome de burnout incluem demorar muito tempo em realizar as tarefas profissionais, assim como faltar ou chegar atrasado muitas vezes ao trabalho. Além disso, quando se tira férias é comum não se sentir prazer durante esse período, voltando para o trabalho com a sensação de ainda estar cansado.

Embora os sintomas mais comuns sejam psicológicos, pessoas que estão sofrendo com síndrome de burnout também podem sofrer frequentemente com dores de cabeça, palpitações, tonturas, problemas de sono, dores musculares e até resfriados, por exemplo.

“A pessoa tende a adoecer mais porque o sistema imunológico está comprometido. Há casos de pessoas que saíram de férias, descansaram e estavam bem, mas, ao voltar ao trabalho, apresentaram os sintomas novamente”, explica Ana Maria Teresa Benevides-Pereira, psicóloga e autora do livro Burnout: Quando o trabalho ameaça o bem-estar do trabalhador (Casa do Psicólogo).

Resultado de imagem para burnout

Como confirmar o diagnóstico

Muitas vezes, a pessoa que está sofrendo com burnout não consegue identificar todos os sintomas e, por isso, não consegue confirmar de que algo está acontecendo. Dessa forma, se existirem suspeitas de que se possa estar sofrendo com este problema, é aconselhado pedir ajuda para um amigo, familiar ou outra pessoa de confiança de forma a identificar corretamente os sintomas.

Para detectar a síndrome, deve-se fazer um exame minucioso e analisar se os problemas enfrentados estão relacionados ao ambiente de trabalho ou à profissão. O ideal é procurar um especialista no tema e fazer exames psicológicos. É necessário avaliar se é o ambiente profissional que causa o estresse ou se são as atitudes da própria pessoa que passam a ser o estopim.

Existem três focos durante o tratamento psicoterápico: a relação com a profissão, o ambiente de trabalho e o trabalho com foco nos sintomas – por exemplo, a dificuldade de concentração.

Junto à terapia, os especialistas aconselham melhorar a qualidade de vida, prevenir o estresse, garantir boa saúde física, dormir e alimentar-se bem, praticar atividades físicas e manter hobbies e interesse pela vida social.

Como fugir da síndrome de burnout

  • Abandone o lema “Meu nome é trabalho”. Não coloque todos os ovos numa cesta só. Diversifique as fontes de gratificação e descubra seus hábitos de prazer. Leia mais, vá ao cinema, curta os amigos e os pets.
  • Faça uma avaliação sobre custo e benefício: o que a atraiu nesse emprego e a mantém aí? A possibilidade de ajudar as pessoas?
  • O salário? Seja qual for a motivação, focalize no que é positivo em vez de olhar os aspectos negativos que, em geral, são muitos.
  • Restabeleça contatos profissionais. Faça networking, procure novas chances no mercado ou em outro setor da empresa se o que você faz, no momento, significa exaustão.
  • Atenção aos sinais emitidos por seu corpo. A exaustão pode ser sintoma de várias doenças, de anemia a distúrbios da tireoide. Na dúvida, consulte um médico. Se for stress, procure desacelerar o ritmo e faça uma coisa de cada vez.
  • Cuide de seu estilo de vida. Alimente- -se bem, em horários regulares, sem exagerar no álcool e na cafeína. Durma o necessário para acordar reanimada.
  • Inclua exercícios físicos na rotina. Eles ativam a circulação, estimulam o metabolismo, energizam e ajudam a administrar o stress.
  • Conte com o apoio da família, dos amigos ou de uma prática espiritual.

 

Fonte:

https://www.tuasaude.com/sintomas-da-sindrome-de-burnout/

https://istoe.com.br/sindrome-burnout-trabalho

Burnout: os sinais da síndrome que é causada pelo esgotamento no trabalho

 

 

Saiba mais: Ferramenta para priorizar melhor suas tarefas diárias!

temprodutividade2.png

A matriz de Einsehower categoriza afazeres em quatro categorias e auxilia na priorização de trabalho e gerenciamento de tempo.

Para evitar a sensação de que a pilha de afazeres só cresceu ao longo do dia, organização é essencial. E para conseguir se organizar, é importante entender qual é a melhor maneira de estruturar seu dia. O tópico de hoje é algo que pode ajudar sua rotina diária: a matriz de Eisenhower, nomeada em homenagem ao general e ex-presidente americano Dwight Eisenhower, que pode ajudá-lo na priorização de tarefas.

A ferramenta é dividida nos seguintes quadrantes:

  • Importante e urgente (ou seja, faça imediatamente)
  • Importante, mas não urgente (boa para tarefas que devem ser desenvolvidas no médio ou longo prazo)
  • Urgente, mas não importante (como fazer ligações, e-mails e reuniões)
  • Não urgente, não importante (tarefas que estão na lista, mas podem esperar ou serem eliminadas)

matriz-de-eisenhower

Importante ou urgente?

Para utilizar a matriz da melhor maneira, é preciso entender primeiro a diferença entre as tarefas importantes e as urgentes.

Importantes são aquelas tarefas relacionadas a objetivos ou metas, como um relatório mensal ou um projeto que precisa ser desenvolvido.

Já as urgentes são aquelas que têm prazo, como marcar uma reunião ou fazer uma inscrição: ou acontecem até uma certa data ou não acontecem mais (pelo menos, não da melhor maneira).

Também há tarefas urgentes que você pode delegar para outra pessoa de sua equipe, caso você trabalhe em um grupo ou tenha assistentes e colegas que podem tirar isso do seu prato.

Às vezes, claro, uma tarefa tem uma natureza dupla: um projeto que precisa ser entregue até certa terça-feira, por exemplo, é importante. E ganha urgência conforme essa terça-feira se aproxima.

Caso seja necessário, é possível dar um nível de prioridade para cada tarefa, que vai de 1 (mais prioritária e seu foco) a 4 (menos prioritária). Não é uma ciência exata: é você que decide qual peso cada uma delas tem.

Matriz de Eisenhower: fluxo contínuo

O objetivo é que a lista esteja em constante mudança. Conforme você lida com as tarefas mais prioritárias, vai abrindo espaço para gerenciar as menos prioritárias e, eventualmente, tirá-las da lista de afazeres.

Ao colocar aquilo que precisa fazer dentro de cada quadrante, você começa a enxergar quais são as maiores prioridades, o que você pode passar para frente e o que pode deixar para depois, ou mesmo deixar de lado.

Por fim, lembre-se que interrupções, sejam elas uma conversa com um colega, uma reunião desnecessária ou checar constantemente o celular, custam caro à produtividade.

Você pode combinar a matriz de Einsehower com alternativas para gerenciar melhor seu tempo e realmente enfrentar suas tarefas, como aplicativos Pomodoro (uma técnica que reserva blocos ininterruptos de 25 minutos), estabelecer horários para checar e-mails e mesmo sair da internet por um dado período todos os dias.

Outra coisa que atrapalha o rendimento é esquecer de cuidar de si mesmo. Exercitar-se todos os dias, meditar, fazer intervalos curtos para recuperar a energia e mesmo se alimentar melhor – comidas como chá verde, iogurte e banana ajudam – podem fazer uma grande diferença em sua rotina.

Curtam a nossa página e acompanhem as nossas atividades:

https://www.facebook.com/campanhadasolidariedademacae/

Fonte:

https://www.napratica.org.br/matriz-de-eisenhower-produtividade/?utm_source=PortalNP&utm_medium=PushNP