APRENDA MAIS: ECONOMIA COLABORATIVA E CAPITALISMO CONSCIENTE!

ECONOMIACOLABORATIVA

Você provavelmente já ouviu falar da economia colaborativa ou compartilhada. Melhor, talvez já tenha usado um serviço ou produto desse modernoso e promissor setor da economia sem ter se dado conta. Vamos falar um pouco mais sobre esse segmento econômico que é o futuro dos negócios.

O conceito é bem simples: pessoas passam a trocar produtos ou serviços ao invés de comprá-los de grandes corporações. A força motriz para esse movimento ganhar corpo foi a evolução da tecnologia, que permite nos conectarmos de forma cada vez mais rápida, como bem sabemos.

Outro fator importante é que cada vez mais vivemos em tempos economicamente voláteis. Parte do mundo está saindo de uma crise, enquanto a outra parte parece entrar em uma (enfim, isso é assunto para outro post).

Na prática, a economia colaborativa inclui trocas de bens de consumo que vão desde furadeiras, passando por brinquedos, até vestidos de casamento.

Além dos serviços que já são realidade: em algumas capitais brasileiras, temos o ZazCar(compartilhamento de carros) e o Tem Açúcar? (compartilhamento de diversos itens com vizinhos).

Resultado de imagem para FRASE SOBRE ECONOMIA COLABORATIVA

A economia colaborativa se desdobra em 3 principais categorias, que possuem modelos de distribuição e remuneração diferentes.

1. Sistemas de compartilhamento de produto/serviço

Simples, pense no Airbnb: bens que são privados podem ser compartilhados ou alugados via plataformas “peer-to-peer”. Outro serviço menos conhecido, mas promissor, é o Muber, que permite que qualquer pessoa seja um “transportador de mercadorias” (courrier). A transação é direta entre quem tem a mercadoria e quem fará a viagem

2. Redistribuição de produtos

Esse é um modelo de consumo colaborativo baseado em produtos que são usados ou semi-novos, cujos donos querem repassar via vendas ou trocas para alguém. Sim, você com certeza já usou algum serviço – mais ou menos – nesses moldes. Falamos aqui do eBay ao MercadoLivre.

Acontece que com a evolução da web e suas plataformas, esse modelo se expandiu para nichos específicos. No Brasil, temos o site Enjoei, no qual pessoas podem vender roupas que não utilizam mais. Essa é considerada por muitos uma alternativa à reciclagem de produtos.

3. Estilos de vida colaborativos 

Essa é a subcategoria mais ampla. Consiste no modelo de troca de bens mais intangíveis, como tempo e habilidades. Para funcionar, é necessário conectar pessoas com interesses similares que queiram trocar aprendizados. Vamos supor que você toque guitarra e queira aprender espanhol. Provavelmente, na sua cidade, há alguém que saiba espanhol e queira aprender guitarra. Então, para quê pagar por aulas se vocês podem trocar essas habilidades? Via plataformas como o Bliive, essa troca fica muito mais fácil de acontecer. Há muita gente que troca via Skype e similares também.

Isso é só o começo

Como você pode notar, diversos produtos e serviços, novos e antigos, se encaixam nas categorias da economia colaborativa. O tema é amplo, assim como é cada vez maior a predisposição da população em ser parte ativa desse movimento: uma pesquisa da Nielsen em 60 países mostrou que 2 em cada 3 pessoas querem compartilhar ou alugar seus produtos

Claro, onde há muita gente, há muito dinheiro. O mercado que engloba as categorias acima tem um valor de mercado estimado em U$ 26 bilhões. Mais importante que isso: muitos dos produtos e serviços da economia colaborativa empoderam cidadão comuns, seja permitindo que suas habilidades sejam valorizadas ou garantindo renda extra.


Resultado de imagem para curso gratuitoABAIXO ESTÃO DUAS INDICAÇÕES DE CURSOS PARA VOCÊ APRENDER MAIS SOBRE O ASSUNTO DE ECONOMIA COLABORATIVA E CONSUMO CONSCIENTE.

INSCREVA-SE GRÁTIS!cursoeconomiacolaborativa.pnghttps://descola.org/curso/economia-colaborativa


INSCREVA-SE GRÁTIS!Resultado de imagemO https://www.coursera.org/learn/capitalismo-consciente

QUE É O CAPITALISMO CONSCIENTE?

Capitalismo Consciente é uma prática na condução de negócios – aplicada por grandes corporações, empresas, entidades sem fins lucrativos e outras organizações – que cria, simultaneamente, diferentes valores para todas as partes interessadas (ou stakeholders) como financeiro, intelectual, físico, ecológico, social, cultural, emocional, ético e até mesmo espiritual.

Em síntese, no Capitalismo Consciente — que é ainda um paradigma em desenvolvimento —, os negócios não se restringem apenas à geração de lucro, renda e empregos mas também a valores de bem-estar sociais.

“Hoje, estamos acostumados com a ideia de que a razão de ser das empresas é dar lucro aos acionistas. Preocupações de caráter social ficam então restritas ao setor público e às ONGs, que não têm fins lucrativos. Mas historicamente, nem sempre foi assim”, diz o professor Marcos Augusto de Vasconcellos, Coordenador Geral do Fórum de Inovação da FGV/EAESP.

FONTE:

https://descola.org/drops/economia-colaborativa/

https://www.napratica.org.br/o-que-e-capitalismo-consciente/

 

 

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

w

Conectando a %s